quinta, 11 de julho de 2019 - 15:39h
REUNIÃO DELIBERA SOBRE CRITÉRIOS PARA ESCOLHA DE REPRESENTANTES CIVIS AO CONEN
Conselho tem o papel de elaborar, coordenar, reprimir e acompanhar a política de prevenção e tratamento de usuários de substâncias psicoativas.
Por: Izael Marinho
Foto: Netto Lacerda (Ascom-Sejusp)
Representantes do Poder Público nomeados pelo governador Waldez Góes em junho.

Uma reunião com os sete representantes nomeados pelo governador Waldez Góes para comporem o Conselho Estadual de Prevenção, Tratamento, Fiscalização e Repressão do Uso Indevido de Substâncias Psicoativas (Conen), definiu as regras para a escolha dos demais seis representantes da sociedade civil organizada – e seus respectivos suplentes – que farão parte do Conselho.

O encontro que definiu os critérios da eleição dos demais conselheiros aconteceu na manhã desta quinta-feira, 11, no gabinete da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Participaram os representantes da própria Sejusp, das Secretarias de Saúde e Educação, do Tribunal de Justiça, do Ministério Público, da Universidade Federal do Amapá (Unifap), e das Polícias Civil e Militar.

O objetivo do Conen é elaborar, coordenar, acompanhar toda a política estadual de prevenção e tratamento de usuários de substâncias psicoativas, e também de repressão ao tráfico dessas substâncias.

Para o secretário de Justiça e Segurança Pública, o Coronel PM José Carlos Corrêa de Souza, “a reativação do Conen atende à legislação federal e à lei estadual Nº 0701, de 12 de novembro de 2002, que instituiu o Conselho”.

Carlos Souza lembrou que em 26 de junho deste ano o governador Waldez Góes nomeou os sete representantes do Poder Público e seus respectivos suplentes, mas o Conselho também é composto por seis representantes (e seus suplentes) das organizações não-governamentais que atuam na prevenção e tratamento ao uso indevido de substâncias psicoativas.

“Nessa reunião foi definido de que maneira será feita a escolha desses seis membros e suplentes da sociedade civil. Será lançado um edital com os critérios e prazos para que as entidades possam participar da eleição. Isso é para que tenhamos um Conselho pleno, completo, para que depois disso se faça a eleição para a presidência do Conen para o próximo biênio”, destacou.

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